terça-feira, 19 de maio de 2015

Uso da DTD e da tipologia documental:

Comentários constroem


Aluno: David Maciel Nunes da Silva

Texto original:

Diplomática e Tipologia Documental

Elas, a Diplomática e a Tipologia documental, permitem entender, compreender e aplicar a elaboração de um Plano de Classificação.
Sua importância é fundamental, uma vez que permitem a identificação e a preservação da informação contida nos documentos dentro de um determinado contexto, mais ainda, há a preservação das relações entre o produtor e sua produção documental, preocupando-se em estabelecer as funções que irão tornar acessíveis os documentos e a promover sua utilização.
A Diplomática, para isso, irá se centrar na correta descrição documental


Comentários da aluna Josecy:

Não só compreender e identificar, mas ajudar na identificação do documento, como foi observado, portanto está correto o texto com relação a importância

Comentários finais:

Após a explicação eu compreendi que meu texto foi um tanto genérico, realmente falei da importância da Diplomática e da Tipologia em um plano de classificação, mas de forma unificada, com ambos interligados, o que não deixa de ser uma verdade, mas poderia ter pontuado que a diplomática irá identificar o documento fazendo sua correta descrição e a Tipologia irá definir quais são as funções específicas de cada documento, vai dizer que a função de um documento não se confunde com a de outro. Assim, a identificação do documento, mais a distinção de sua função, mais o contexto, irão formar um Plano de Classificação.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Tendo como fonte nosso Plano de Classificação da MCEbyte já feito e o texto do professor Mariano Ruipérez, aplicamos a todas as seis séries documentais do Plano de Classificação um dos modelos propostos, que foi o do "Grupo de Madri", o qual se estrutura em dez epígrafes. A tabela se encontra para acesso no link abaixo:

Plano segundo Modelo do Grupo de Madri


Novamente ela, a MCEbyte

quarta-feira, 13 de maio de 2015

A prolixidade é um problema para a Diplomática?


Palavras ao vento.

PROLIXO: Que fala ou escreve usando mais palavras do que o necessário. Que se expressa, falando ou escrevendo, através do uso excessivo de palavras.

Há duas formas de ser prolixo:
Ø_A mais frequente é falar demais sem dizer nada, dar voltas até chegar ao essencial.
Ø_A segunda forma é usar um vocabulário pesado, inacessível à maioria das pessoas.

A diplomática precisa ser clara e objetiva. Todavia, no mundo da música é possível se encontrar músicas extensas demais e que dizem muito ou nada, bem como outras menores e que dizem tanto quanto seu tamanho, nada ou quase isso, ou dizem muito.
Os gostos musicais são variados, do um Carimbo do Estado do Pará, às clássicas que ultrapassam facilmente os vinte minutos, como Rachmaninov: Pianoconcerto nº.2 op.18, tocada, entre tantos artistas renomados, por Anna Fedorova, tal música tem exatos trinta e sete minutos e quarenta e oito segundos. Esses estilos reúnem multidões que comparecem só para ouvi-los, assim como tantos outros estilos musicais. São prolixos? Não são? Você ai, se ainda não desistiu da leitura, decide.

Mas voltando para a Diplomática, não importa que uma música tenha um minuto ou quarenta, que tenha sido escrita em uma página ou em dez, será enfadonha? Para muitos sim, principalmente para quem não gosta, mas para a diplomática pouco importa que ela seja prolixa, todavia o contrário não pode ocorrer, até mesmo porque a Diplomática é a ciência que se preocupa em utilizar a correta metodologia de descrição documental, e, para isso, a descrição tem que ser sintética e objetiva. Ela pode mergulhar em um oceano de informações prolixas, mas terá que extrair o máximo dele e expor o mínimo necessário.

Noutro sentido, um mesmo arquivo musical ou audiovisual, independentemente de sua extensão, pode ganhar roupagem diferente em contextos diferentes, será o mesmo documento, mas o suporte pode ter mudanças, pode ser encontrado em um disco de vinil, em um CD ou DVD, em um Pen Drive, no HD de um computador, etc.

Sendo assim, no arquivo de um cidadão comum o arquivo pode servir como prova de que ele já ouviu uma determinada música de uma lista, e, os outros arquivos musicais pertencentes a tal lista também integrarão seu fundo arquivístico quando forem ouvidas; para um organizador de festas de crianças ou casamentos pode servir como prova de que ele tem um acervo musical adequado e está qualificado para, no dia da festa, colocar somente músicas pertinentes ao evento; para um artista, o produtor da música, pode servir como prova de que ele tenha recebido uma premiação para tal música, um disco de ouro, platina, ou qualquer outra homenagem contendo a letra de sua música assinada por uma autoridade da área conferindo a ele tal premiação.

A Diplomática tem que ser sucinta, e, dentro de uma pilha documental, propor um plano de classificação para tais documentos, obedecendo à identificação da tipologia documental, como, por exemplo, pode se ter um acervo musical, com vários estilos musicais extensos ou não, espalhados nos mais variados suportes, o acervo de uma rádio, que pode ter a seguinte classificação em seu fundo:


Plano de classificação

Nesse contexto pode-se concluir que os documentos em si podem ser prolixos ou não, mas a Diplomática não deve ser, ela deve se preocupar, entre outros fatores, com a correta metodologia de descrição documental.


sexta-feira, 8 de maio de 2015

ATIVIDADE DE AVALIAÇÃO DE BLOG COLEGA


O grupo NãoMente avaliou o blog do grupo Arquivo Abaixo de Zero, conforme atividade proposta em sala de aula.

Avaliação de blog colega


1.O layout da página está bacana, as cores das figuras e letras utilizadas estão harmoniosas, o nome está bem interessante, a temática do grupo tem conexão com o background;

2.O grupo começou a postar temas pertinentes;

3.Sim.

4.A publicação de concessão de terras no decorrer dos séculos;

5.Sim;

6.Sim;

7.A primeira vista, sendo um internauta comum iria navegar na página na busca de algo que me interessasse.

8.Apesar de o layout estar bacana, a visualização dos posts não está muito boa pelo fato de a fonte das letras está muito pequena para a extensão de alguns textos, a leitura pode ficar cansativa e estimular a desistência da leitura.

9.POSITIVOS: posição histórica relacionada às questões de posse de terra, uma vez que tal assunto gera tantos entraves e discussões acaloradas; NEGATIVOS: Questões relativas ao layout (tamanho da fonte em ralação a extensão do texto;

10.Talvez deixar os textos menos longos, quem sabe fazer uma chamada para um tema específico da uma determinada publicação, linkando com uma fonte de pesquisa, uma página na net talvez.
RESPOSTA AO DESAFIO DO BLOG FUTEBOL E DIPLOMÁTICA DOCUMENTAL

Desafiando.

Respondendo ao desafio do grupo Futebol e Diplomática, segue resposta abaixo.

Resposta ao primeiro questionamento:
O documento é autêntico e não verídico. Autêntico porque se trata de dados pessoais do irmão dele, são verdadeiros, a informação contida no documento é verdadeira, todavia não é correto que esses mesmos documentos sejam verídicos, uma vez que eles tentam comprovar informações de uma pessoa a quem não pertencem.


Resposta ao segundo questionamento:
Sim, uma vez que o blog se propôs a trazer para a turma de Diplomática e Tipologia Documental, assuntos que tenham pertinência no tocante ao futebol, relacionando-os com a diplomática e tipologia dos documentos inerentes a prática desportiva em questão. Foi exatamente o que o blog Futebol e Diplomática fez.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

ATIVIDADE CONCILIANDO DISCIPLINAS


Intersecção do saber arquivístico

Em atendimento à atividade proposta “conciliando disciplinas”, buscamos um texto da bibliografia de Permanente 1 e nele encontramos o trabalho em conjunto que há entre ambas, diplomática e permanente.
O texto escolhido pelo grupo NãoMente e pertencente à bibliografia da disciplina de Permanente 1 foi o Arquivos Permanentes, de Heloisa Liberalli Bellotto.

Preliminarmente há que se ressaltar que a autora, neste texto, emprega especial atenção ao grande desafio dos arquivos públicos brasileiros, a transferência das grandes massas documentais produzidas administrativamente para os arquivos permanentes e intermediários.

Passando pela Teoria das Três Idades, pelas comissões de avaliação, assessoradas por outras áreas do conhecimento como historiadores, juristas, e as resultantes tabelas de temporalidade, a autora se ocupa de todos os temas relevantes para o conhecimento dos arquivos. O princípio da proveniência é a pedra fundamental da arquivística como a conhecemos hoje, na medida em que essa proveniência define a posição do documento no seu fundo de arquivo, tal princípio é o coeficiente que conduz a constituição desse fundo, na medida em que a origem do documento em um determinado órgão produtor permitir determinar sua função no contexto administrativo. Prosseguindo, Bellotto ressalta que foram os estudos históricos e teológicos dos séculos XVI e XVII, bem como da filologia, que sujeitaram o documento à crítica da veracidade. Nesse momento a Diplomática entra com o seu solo, mantendo a terminologia em latim, língua na qual se escreviam os tratados em séculos pretéritos, quer seja na participação da Diplomática nas partes do discurso como invocação (inuocatio), titulação (intitulatio), direção (inscriptio), saudação (salutatio), preâmbulo (prologus), exposição (narratio), etc, quer seja na criação de documentos, transcrição para um suporte juridicamente válido (conscriptio). O legado documental, que cuida da propagação do documento no decorrer do tempo, também se baseia nesse protocolo latino. Bellotto apresenta abundantes exemplos de documentos pedagogicamente analisados à luz dessa terminologia diplomática, o que possibilita ao leitor compreender como os documentos históricos foram arquitetados a partir da prática latina remontada e elucidada pela autora.

A autora rememora que, na observância do fluxo orgânico em que os arquivos permanentes foram produzidos, a ordenação deve ser por fundos, de modo que o arranjo obedeça às atividades e funções do órgão produtor. Os instrumentos de pesquisa são tratados, na metodologia de descrição, com destaque para a necessidade de uma política de publicação de fontes.

Finalmente, nessa esteira de entendimento, podemos afirmar que os pontos em comum entre as disciplinas de Diplomática e Permanente 1 são, entre outros, os próprios arquivos permanentes, o processo de descrição no terceiro estágio de um arquivo, quando este sobrevive aos dois estágios anteriores, intermediário e corrente, a própria evolução tecnológica, mais um tópico também abordado na obra da autora, é outro ponto que importa à Diplomática e a disciplina de Permanente, uma vez que esta se preocupa com a multiplicação de documentos gerados em meio digital, que constitui um outro grande desafio para a preservação de informação para as futuras gerações, enquanto aquela, como já dito anteriormente, irá se preocupar em utilizar a correta metodologia de descrição, com uma especial atenção para os instrumentos de pesquisa.


Fonte: Arquivos Permanentes - BELLOTTO, Heloísa; Revista CPC, São Paulo, v.1, n.2, p.129-132, maio/out. 2006.

ATIVIDADE DESAFIO

E aqui o passe para um show, uma partida de futebol... o ingresso.


Quem não gosta de assistir a uma bela partida de futebol do seu time de coração ou assistir a um show do seu artista preferido não é mesmo? Mas para que ambos sejam possíveis, na grande maioria dos casos é necessário apresentar um ingresso na entrada do evento como comprovante de pagamento a fim de se ter acesso ao local, porém, muitas vezes esses mesmos ingressos estão sujeitos a fraudes. Baseado nisso desafiamos o blog “Futebol  e  Diplomática” a citar os sinais de validação de ingressos para que esse tipo de situação não ocorra conosco, causando grande constrangimento e/ou nos impedindo de ver nossos ídolos em campo ou no palco.